7 RAZÕES PARA O CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS PEQUENA RETROSPECTIVA HISTÓRICA
1 – O CONFLITO ÁRABE-ISRAELENSE As feridas históricas entre os filhos de Jacó e os filhos de Ismael; ambos meio irmãos e pais do povo judeu e árabe respectivamente; nunca cicatrizaram. O ódio entre irmãos, depois de centenas de invasões, diásporas e guerras sangrentas, atravessou os séculos e chegou até nossos dias. Assim que Israel foi fundado como Estado independente em 1948, exércitos árabes atacaram o novo Estado judeu, que na época tinha apenas seis tanques da segunda guerra e um avião da primeira guerra e mesmo assim conseguiu deter a invasão. Mais tarde em 1967 estourou a chamada guerra dos seis dias, que quase detonou uma terceira guerra mundial, quando uma coalizão entre Egito, Síria e Jordânia atacou de surpresa pelo Norte, o Sul e o Leste, o Estado de Israel, com cem mil soldados. Israel escapou por milagre, quando os exércitos da, então, chamada RAU-República Árabe Unida – pararam no deserto para reabastecer e descansar, quando o exército de Israel contra-atacou provocando o recuo das forças árabes
. Naquela época Israel ocupou o Golan, uma região montanhosa situada ao sul da Síria, antigamente chamada de Basã, então, usada como base de lançamento de mísseis contra Israel. O Golan já foi devolvido à Síria. Na mesma ocasião, Israel ocupou também a península do Sinai que já foi devolvida ao Egito e a Cisjordânia, que ainda continua ocupada e ao que parece não vai ser devolvida por questões de segurança, pois, é no território ocupado da Cisjordânia que está a cidade de Jerusalém – atual capital do Estado de Israel. Em 1973, houve uma nova tentativa de destruir Israel por parte das nações árabes na chamada guerra do Yon Kippur, no dia da expiação – um importante feriado judeu. Na época Israel ocupou o território palestino da Cisjordânia. Em 1982, cansado de ser ameaçado, Israel ordenou a primeira invasão e ocupação do Líbano, que anos mais tarde foi devolvido ao governo libanês. Todos os dias ouvimos falar nos tele-jornais, dos conflitos e atentados que não tem fim entre palestinos e israelenses, que todos sabemos aonde vai dar e com certeza não será em paz duradoura entre os dois povos irmãos, pois, todos sabemos que o centro da controvérsia e da disputa histórica entre árabes e judeus é a cidade santa de Jerusalém. 2 – A OPERAÇÃO TEMPESTADE NO DESERTO Em Dezembro de 1990 o, então, presidente dos Estados Unidos George Bush (Pai) ordena o primeiro ataque ao Iraque de Saddam Hussein, que invadiu o Kwait com suas tropas. Saddam revida como pode e na saída do Kwait, mandou queimar poços e refinarias de petróleo. A chamada Guerra do Golfo que durou cerca de dois meses, mostrou ao vivo para o mundo inteiro pela primeira vez a guerra tecnológica como num verdadeiro War Game – (Jogos de Guerra). A guerra terminou devido às pressões internacionais e com o fracasso dos Estados Unidos na tentativa de derrubar o governo de Saddam Hussein. Em 1994 e 1998, os Estados Unidos lançam diversos bombardeios ao Iraque, em desrespeito por parte do governo daquele país as resoluções e sanções da ONU. 3 – ISRAEL E OS PALESTINOS Em 2000; depois de o primeiro ministro israelense Ariel Sharom entrar desrespeitosamente na mesquita muçulmana de Al Aqza, teve início a mais sangrenta rebelião palestina contra Israel – a chamada Entfada – que detonou Jerusalém e os territórios ocupados. Israel reagiu violentamente aos ataques e tudo se acalmou com a promessa de um Estado Palestino em 2005, com a intermediação dos Estados Unidos, o que foi chamado pelos americanos de Mapa do Caminho. 4 – O 11 DE SETEMBRO Em 11 de Setembro de 2001 Nova York desperta com o primeiro ataque real ao território dos Estados Unidos. Terroristas árabes, liderados pelo mega-terrorista saudita Osama Bin Laden, seqüestram 4 aviões de 2 companhias aéreas norte-americanas. 2 desses aviões atingem as duas torres gêmeas do World Trade Center que cerca de 10 minutos depois desabam ainda em chamas aos olhos do mundo todo que assiste ao vivo a superpotência norte-americana ser humilhada em seu próprio território. O terceiro avião atinge o Pentágono que é parcialmente destruído e o quarto avião; cujo alvo supõe-se era a Casa Branca; é abatido no ar e cai na Pensilvânia. Mais de 3 mil pessoas morrem na maior tragédia americana da história. O então, presidente norte-americano George W. Bush (filho) declara guerra ao terrorismo internacional e ordena o ataque ao Afeganistão derrubando o governo Taliban daquele país, desmantelando o quartel general da rede Al Qaeda, a organização terrorista de Osama Bin Laden, cujo governo afegão apoiava e acobertava. Osama Bin Laden nunca foi encontrado pelas forças especiais americanas. Os atentados aos Estados Unidos tem seu fundamento na questão palestina, entre árabes e judeus. 5 – A OCUPACÃO DO IRAQUE Em março de 2003 com o apoio unilateral da Grã-Bretanha, Bush (filho) ordena a invasão do Iraque que sem resistência capitulou. Saddam Hussein foge e em 2004 é capturado para ser julgado no próprio Iraque. Hoje, o Iraque, ainda ocupado pelas forças americanas e aliadas virou terra de ninguém e está praticamente dividido em dois grupos que em meio a brutais atentados ameaçam mergulhar o país numa sangrenta guerra civil entre as facções xiitas (apoiadas pelo governo fundamentalista do Irã) e os sunitas (que ganharam a primeira eleição iraquiana após a ocupação). O território iraquiano está fora de controle, mas, encontra-se ainda (em 2007) ocupado pelas forças americanas e pelas forças de paz da ONU. Saddam Hussein foi condenado a forca em dezembro de 2006, pela uso de armas químicas – proibidas pela convenção de Genebra, que causaram a morte de centenas de curdos. Antes de ser executado Saddam Hussein afirmou que Jerusalém é dos árabes. Com o caos instaurado e se a guerra civil eclodir, o Iraque será dividido em dois. 6 – ISRAEL E O LÍBANO Em 2006; após a prisão e morte de um soldado israelense por parte do grupo terrorrista Hezbolah, estabelecido no sul do território libanês; Israel ordena ataques maçiços contra o Líbano, atacando com mísseis, bombardeios, navios e tanques, destruindo toda a infraestrutura do já destruído Líbano. 7 – O IRÃ E A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL Daniel capítulo 11: “Ora, no fim do tempo, o rei do sul lutará com ele; e o rei do norte virá como turbilhão contra ele, com carros e cavaleiros, e com muitos navios; e entrará nos países, e os inundará, e passará para adiante. Entrará na terra gloriosa, e dezenas de milhares cairão; mas da sua mão escaparão estes: Edom e Moabe, e as primícias dos filhos de Amom. E estenderá a sua mão contra os países; e a terra do Egito não escapará. Apoderar-se-á dos tesouros de ouro e de prata, e de todas as coisas preciosas do Egito; os líbios e os etíopes o seguirão. Mas os rumores do oriente e do norte o espantarão; e ele sairá com grande furor, para destruir e extirpar a muitos. E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande e o glorioso monte santo; contudo virá ao seu fim, e não haverá quem o socorra.” O caos instalado e generalizado no Iraque e a não observância de Israel em dar aos Palestinos um Estado independente em 2005 – como estava previsto nas conversações de paz chamada pelos Estados Unidos de “Mapa do Caminho”- levará a uma guerra civil que provocará uma nova invasão vinda do Irã que lutará com o governo sunita apoiado pelos xiitas iraquianos. As potências ocidentais tentarão intervir, mas, a guerra se alastrará fazendo com que a face oriental do Iraque, localizada a leste do rio Eufrates, seja ocupada pelas forças Iranianas e xiitas. O atual governo do Irã está desenvolvendo mísseis, aviões de combate e um programa nuclear próprios e não vai parar de se armar, mesmo com as crescentes ameaças de sanções econômicas e de um provável ataque militar por parte dos Estados Unidos. Ao longo dos 3 anos e meio finais , o Irã se armará, reunirá forças e aliados e atravessará o grande rio Eufrates para atacar as forças aliadas estacionadas no lado ocidental iraquiano. O profeta Daniel revela no capítulo 11 de seu livro que, Persas (iranianos e afegãos), Líbios e Etíopes, atacarão Israel, Jerusalém e o Egito, mas, recuarão devido às ameaças do norte (dos Estados Unidos e da Rússia) e do Oriente (da China).
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